Mundo Afora

Paisagens incríveis do Peru

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Cenários paradisíacos em uma natureza singular faz com que o Peru seja um lugar mágico de cultura, sabores e cores únicos. Confira nesta edição do mundo afora, a viagem da advogada Bianca Bubols e do empresário Vítor Lopes de Sá pelas incríveis paisagens de Lima, Cusco, Nazca e Machu Picchu.

Berço do império Inca, o Peru é um país que guarda muita história e misticismo. Com cordilheira dos Andes, planícies cobertas pela Floresta Amazônica e litoral banhado pelo Oceano Pacífico compõe a geografia do lugar.  “O Peru é um país fantástico! Belezas naturais e históricas mesclam paisagens incríveis durante todo o itinerário. Uma energia mística e um povo acolhedor. São infindáveis as razões para conhecer esta cultura tão rica e encantadora”, conta Bianca.

O casal chegou à capital Lima em um voo direto de Porto Alegre. Com a diferença de fuso horário, ganharam mais duas horas para curtir a cidade. Pelo trânsito caótico, o casal escolher locar um carro para seguir pelos principais pontos turísticos.

Em Lima, o casal se hospedou no charmoso bairro de Miraflores. “Vale conhecer o Circuito Mágico das Águas e jantar na Calle das Pizzas, em frente ao Parque Kennedy, um dos mais belos da cidade”, recomenda Bianca.

Rumo a Nazca, o casal passou pelo litoral, onde de um lado foi possível ver de um lado as praias e de outro um deserto árido. “Foi em Paracas onde vimos um pôr do sol incrível e na manhã seguinte fizemos um passeio de barco até Islas Ballestas, habitat natural de golfinhos, pinguins e leões marinhos que faziam pose para a câmera”, conta Bianca.

Nazca e Cahuachi

No deserto, berço da civilização Nazca, o casal conheceu o parque arqueológico. “É possível visualizar as linhas de Nazca do mirador ou ainda sobrevoar todo o parque arqueológico de avião para constatar a grandiosidade da cultura pelos desenhos que não se enxergam da terra, pois seriam uma espécie de mensagem ao cosmos”, recomenda Bianca. Na região, eles visitaram a cidade escondida de Cahuachi, um sítio arqueológico da civilização Nazca, com origem em 400 AC e declínio em 300 DC,

Oásis de Huacachina

De volta a região de Lima, retornaram por Ica, província onde fica o Oásis de Huacachina (significa mulher que chora), e da aldeia com cerca de 100 habitantes.  “Uma beleza que encanta a alma, um clima pitoresco com um toque de requinte, resume-se em uma praça em volta do lago, rodeada por restaurantes com vinhos peruanos. Não dá para ir embora sem fazer um passeio de buggy pelas dunas do deserto do Atacama e enxergar a vista mais linda para tirar fotos inesquecíveis”, afirma Bianca.

Cusco

Com voos diários de Lima para Cusco, em menos de duas horas eles já estavam na Cidade Histórica, Capital do Império Inca. A região é tão importante para eles que poderia ser comparado ao Vaticano para os Cristãos ou a Meca para os Muçulmanos. As construções incas e espanholas de pedras se mesclam em uma arquitetura exuberante, dentre uma infinidade de cores que fazem parte da bandeira do país e enfeitam as roupas típicas, os artesanatos e as lhamas e alpacas para as fotos.

Cusco significa “umbigo”, pois acreditavam os Incas que seria o centro do mundo. A cidade está localizada a 3600m de altitude, o que geralmente pode causar efeitos até o corpo se aclimatar, mas ainda assim, é fundamental manter-se hidratado para poder desfrutar o passeio ao máximo.

Montanha das sete cores

Há 3 horas de Cusco, em um trajeto espetacular, o casal pode ver o degelo de um lado e a formação das montanhas coloridas do outro. O topo da montanha das sete cores fica a 5,2 mil metros de altitude. “A preparação física é importante, mas basta fazer uma pausa para adaptação sempre que preciso para seguir, pois o destino final é surreal”, conta Bianca.

As cores que decoram as encostas da montanha resultam de uma história geológica complexa, pois ao longo do tempo, os sedimentos que resultam da oxidação de diferentes minerais foram formando camadas que hoje compõem as franjas coloridas. O movimento das placas tectônicas da área elevou esses sedimentos até que se transformassem no que hoje é a montanha.

Ollantaytambo

Em Ollantaytambo a cultura e história são profundamente combinadas, produzindo admiração e encantamento. É de onde partem os trens na direção de Machu Picchu. “Visitar o sítio arqueológico é uma parada que encanta os olhos, a energia transcende o entendimento, pois o contexto histórico Inca se faz presente em todas as suas construções e nos traços dos nativos que lá vivem”, recomenda Bianca.

Pueblo – Águas calientes

Machu Picchu Pueblo, também conhecido por Águas Calientes é parada obrigatória pra quem vai ao Peru e quer conhecer as ruínas da cidade. Com a estação de trem mais próxima à Machu Picchu, o povoado possui ótimos hotéis e restaurantes por um excelente custo benefício e um parque de águas termais, o que torna o passeio ainda mais atrativo. “O trem é um espetáculo à parte! Vale optar pelos que possuem vagão de contemplação, pois é uma aventura diferenciada, com show particular, vistas panorâmicas e bar exclusivo para os passageiros”, conta Bianca.

 

Machu Picchu

Uma complexa e misteriosa arquitetura construída de blocos de rocha em um cenário montanhoso magnífico. Uma das maravilhas do mundo que abriga uma vista espetacular e faz os olhos vibrarem de emoção com tamanha grandiosidade.

Machu Picchu significa “montanha velha” e até hoje guarda enigmas sobre sua criação. Decidimos ir a pé do Pueblo até as ruínas, uma caminhada de cerca de duas horas, não fosse um “pequeno” desvio no caminho que nos fez caminhar mais que o dobro. Por isso é importante se certificar do caminho com um guia antes e se antecipar para garantir os ingressos, pois as entradas são limitadas por horários aos visitantes.

“Incrível que a cultura e a força deste país seguem até hoje vibrando em nossa frequência. É um destino que te acolhe e faz com que você sinta uma energia surreal que transcende a história e torna a viagem um verdadeiro espetáculo”, afirma Bianca.

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