Empreendedorismo

O FIDEM BANK CHEGA A SANTA MARIA COM INVESTIMENTO SEGURO E DE ALTA RENTABILIDADE

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Desde 2016, o Banco Central vem implementando iniciativas visando aumentar a oferta de crédito no Brasil através da agenda do open banking, que abrange questões regulatórias, legais e criação de infraestruturas, entre outras medidas.

A revolução no arranjo de pagamentos, a criação das registradoras, o cadastro positivo, que agregará aos modelos de crédito, são conquistas e entregas que visam qualificar o crédito e, consequentemente, melhoram a liquidez para os investidores.

Diante desse cenário, a desbancarização do crédito é um processo sem volta. Isto quer dizer, que existem outras oportunidades de acesso ao crédito fora dos bancos tradicionais, sendo um deles os FIDCS Primeiro, pela comprovada capacidade de tratar créditos pulverizados, assegurando o lastro dos ativos adquiridos pelo Fundo. Segundo, pela proteção que agrega aos investidores com as cotas subordinadas e a estrutura de governança legal e operacional que reduzem sua exposição ao risco.

A desbancarização do crédito resulta no crescimento do mercado de FIDCs, cujos ativos serão originados em segmentos com nível de preço acima da taxa média, ou seja, com condições de proporcionar prêmios consistentes aos investidores.

No atual cenário, com raríssimas exceções, ninguém toma dinheiro emprestado no Brasil pagando a taxa básica SELIC. Conforme BACEN, o juro bancário médio com recursos livres de pessoas físicas e empresas chegou a 36,3% ao ano em fevereiro desse ano. Ou seja, a taxa de juro segue sendo uma matéria-prima atraente para remuneração dos investidores, especialmente se utilizarmos as ferramentas de proteção dos FIDCS.

A preocupação com a inflação, assim como a guerra no leste europeu e o retorno de medidas restritivas na China por conta da pandemia, são fatores que fazem o mercado rever suas projeções até o fim de 2023. Além disso, teremos pela frente um processo eleitoral com fortes pressões. Diante de tantas incertezas, ativos variáveis desvalorizando, a renda fixa volta com força. Sendo uma alternativa segura e rentável.

No mundo dos investimentos, quem sai ganhando com esse cenário é a renda fixa. Os FIDCs são uma ótima oportunidade diante desse cenário, haja visto as taxas médias de mercado em CDBs ou títulos do tesouro. E as taxas são maiores devido a capacidade dos FIDCs de conseguir rentabilidades operacionais acima da média.

Entenda o que é FIDC

Os FIDCs são uma forma de investimento assemelhados à renda fixa constituídos sob forma de condomínio aberto ou fechado. Todo FIDC possui um regulamento que determina a política de investimentos do fundo, suas características de atuação, entre as quais os critérios de composição e de diversificação da carteira do fundo, os riscos de crédito, de mercado e o segmento que o fundo atuará. Os FIDCS são regulados e fiscalizados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e normatizados pela Instrução 356 da CVM que obriga um arcabouço regulatório focado na proteção dos cotistas Parte dessa segurança, vem da obrigatoriedade de atores independentes e fiscalizadores dos ativos que compõem as carteiras dos FIDCS, como: gestores, administradores, custodiantes, agência de rating, auditores independentes.

Diferentemente de outros fundos, como por exemplo, Fundos de ações e Fundos de multimercados que sofrem com as oscilações dos seus ativos, impactando na sua rentabilidade e, por diversas vezes, não conseguem entregar a rentabilidade prometida em relação ao seu benchmark, o FIDC possui rentabilidade pré-fixada entregando exatamente a rentabilidade combinada.

A garantia da rentabilidade vem dos ativos adquiridos pelo FIDC, que na sua maioria, são lastreados em recebíveis comerciais. Além de serem regulados e normatizados pela CVM que fiscaliza e audita os fundos. Junto a isso, os investidores estão protegidos pelas cotas subordinadas do Fundo que assumem os riscos desses ativos.

Desde 2001, o FIDC é uma opção de financiamento para variados setores da economia e o principal veículo de securitização brasileiro. O ex-presidente mundial do Bank Boston e ex-ministro da economia Henrique Meireles é um exemplo de investidor. Durante a corrida presidencial de 2018, em sua Declaração de Imposto de Renda, publicada no TSE e nos principais jornais do Brasil, constava um valor relevante de suas aplicações financeiras em FIDC, no valor de 58.821.382,45.

Com expertise de já terem trabalhado com centenas de pequenas e médias empresas na área financeira e de investimento, Davi Cipriano e Paulo Monteiro, fundaram o FIDEM Bank após perceberem que há uma grande dificuldade de acesso ao crédito junto aos bancos tradicionais devido a burocracia e lentidão nas análises de informações.

Investida pela M&T Capital Partners, Fundo de Private Equity e venture capital de Santa Maria, o FIDEM Bank rapidamente ganhou tração na sua operação e conseguiu crescer acima das expectativas iniciais. Mesmo durante a pandemia, o FIDEM bank conseguiu avançar e superar os desafios impostos pelo contexto.

Em fevereiro de 2022, o FIDEM Bank recebeu a autorização do BACEN, sendo a primeira Sociedade de crédito direto de Santa Maria. A partir disso, o banco (alterar: a instituição) está regulada e registrada junto ao BACEN, garantido a transparência e credibilidade necessárias para continuar crescendo.

Os pilares de gestão são o foco no cliente, transparência nas ações, sustentabilidade dos resultados e controle dos riscos. Nos últimos doze meses, foram operados mais de R$ 250 milhões(Colocar em negrito). “Conseguimos crescer acima das expectativas o que nos permitiu pedir autorização ao Banco Central como Sociedade de crédito direto. Isso deve-se as nossas conquistas diárias e ao trabalho intenso do nosso time. Tendo como centro disso: a jornada do cliente, privacidade, segurança e integridade na condução dos negócios”, afirma o CEO do FIDEM bank ou da instituição, Davi Cipriano.

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Paulo Monteiro 

Começou cedo nos negócios, aos 8 anos vendia Zero Hora, picolé e jornais, e aos 13 anos já tinha a própria banca de camelô em Uruguaiana. Formado em Ciências Contábeis pela UFSM em 1991, fundou, com Anderson Taschetto, a empresa de consultoria contábil e tributária T&M Consulting que possuía 60 profissionais que atendiam mais de 200 empresas no RS, sendo vendida anos mais tarde. Com MBA em gestão de empresas na FGV/SP, Paulo também tem formação em Fusões e Aquisições no Insper/SP.

Em 2018, morou por 10 meses em Boston, onde estudou Private Equity & Venture Capital, em Harvard, e Avaliação de empresas na Columbia Business School em Nova York, e negócios digitais no Vale do Silício. Hoje atua como CEO e Co-fundador da M&T Capital Partners, criada após a venda da empresa de consultoria.  Atualmente, o portifólio da M&T Capital Partners conta com 13 investimentos, entre eles, Rek Parking, Fênix Internet, Sulclean Serviços, Hpack Embalagens, Vigilare, Vigitrack, Liquid Works, Vithadoc Telemedicina, Evo One, Real State, M&T Investimentos, Guide Park Equipamentos.

Davi Cipriano 

CEO e sócio do FIDEM bank Bacharel em Administração pela Universidade de Caxias do Sul (UCS) e pós-graduado em Gestão empresarial pela FEEVALE, com 19 anos de experiência no mercado financeiro, atuou nos bancos Itaú Unibanco e Safra. Começo como caixa no banco Unibanco e construiu a carreira na região metropolitana de Porto Alegre no atendimento de empresas. Foi professor em cursos preparatórios para Certificações da ANBIMA para centenas de profissionais do mercado financeiro. Nos últimos 9 anos, atuou no mercado de Fundos, tendo participado da gestão comercial e gestão de carteiras em fundos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

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