Mundo Afora

MUNDO AFORA: Inglaterra – Londres

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A encantadora Londres, com seus mistérios e muita história foi um dos destinos da família de Karen Guinot, advogada e professora universitária, e Douglas Lopes, cirurgião dentista.

Segundo Karen, desde que nasceram os filhos Clara (12 anos) e Diogo (9 anos) sempre foram parceiros em tudo na vida, não só no amor incondicional, mas também em suas “pequenas aventuras”.

Assim, desde tenra idade nos acompanham em todas as viagens, porque de igual sorte queremos muito que “vejam o mundo” e a gama de perspectivas de vida que se abrem diante destes panoramas socioculturais distintos.

Em janeiro de 2020, resolvemos fazer uma viagem diferente das demais. Normalmente, temos por hábito super organizar e programar previamente tudo, datas, roteiros, hotéis, passeios, etc. mas nesta viagem, decidimos fazer as coisas um pouco diferentes. Assim, como Clara queria muito conhecer Paris e Diogo, desde muito pequeno têm especial apreço pela Rainha da Inglaterra e toda a historicidade britânica, e ao longo de todas as viagens anteriormente realizadas sempre nos lembrava que era seu sonho conhecer Londres, resolvemos aportar em Paris, que a Clarinha queria demais conhecer e terminar nossa rota em Londres, o que o fizemos nas férias de 2020.

Nesse contexto, de Paris, que já havíamos eu e Douglas estado por lá umas 5 vezes, em função do período do meu Doutoramento em Direito quando morava em Sevilha, rumamos para Bélgica.

Depois para Holanda e deixamos como marco final Londres, para ficar mais tempo por lá, já que era a cidade mais cobiçada da viagem pelo nosso pequeno Diogo, que como sabia tudo de lá, seria nosso pequeno guia.

Construímos um novo modelo de viagem mais flexível e que certamente, chegamos à conclusão que nos agradou mais, pois sem engessar a programação, ficávamos quantos dias e como desejávamos em cada cidade, pois quando se marca previamente tudo, fica difícil depois alterar a programação caso se goste mais de um lugar e se deseje permanecer mais neste.

Assim, que descobrimos mais leveza e flexibilidade nesta nova forma de viajar. Chegando em Londres, devemos confessar que tivemos uma grata surpresa, pois era muito mais bonita e organizada do que imaginávamos. Tudo ao nosso redor respirava arte e muita cultura. Restou muito sobressaliente, de igual forma, a educação das pessoas, por todos os lugares que passamos.

Sempre tivemos receio quanto à língua, já que nossos ouvidos estavam acostumados com o inglês-americano, pois nas nossas últimas seis férias era nosso roteiro conhecer de ponta a ponta os Estados Unidos. A feliz surpresa foi que não tivemos qualquer problema para compreender e sermos compreendidos, pois o inglês soava muito claro, limpo e pausado, literalmente, uma música para os ouvidos.

O acolhimento no tratamento que todos nos dispensaram, a cordialidade que nos pareceu nata e a boa vontade em orientar e auxiliar aos visitantes, nos deixou a vontade do retorno, assim que pudermos, e de preferência, quando o clima estiver quente. Muito embora tenhamos aportado lá no inverno, aproveitamos ao máximo tudo que havia de melhor ao nosso redor, que já era uma experiência imperdível. Os kids amaram conhecer o Hyde Park, cujo espaço de lazer se sobressai no centro da cidade.

O Big Ben, que por estar em reforma o mais perto que pudemos chegar foi nas fotografias. O Museu de História Natural nossos filhos amaram tudo, pois lá encontraram o maior acervo de história natural do mundo e o que melhor pode ter do que sair do museu e jantar num lugar lindo, vibrante e ao mesmo tempo acolhedor como na Piccadilly Circus, cujas luzes dos gigantes painéis mais parecia que nos encontrávamos em uma litle Time Square novaiorquina. Ao redor, toda gama de musicais mega produzidos à escolher. No nosso caso, acabamos optando por ir no musical

Mary Poppins, onde parecíamos mais crianças do que nossos filhos, tal era a empolgação destes dois. Vale muito a pena conferir. Claro, a expectativa toda da viagem girava em torno do Palácio de Buckingham, pois inimaginável ir a Londres e não ser parada obrigatória o palácio, cuja história o Diogo conhecida mais do que todos nós e foi nosso guia. Num dia de frio extremo, porém ensolarado, fomos conhecer a Tower Bidge, cuja imponência é marco de visitação imperdível, pois só acresce beleza à paisagem de Londres.

Tiramos um dia para estar em Candem e outro dia em Covent Garden, mas devemos confessar, que o charme de Covent Garden encheu nossos olhos e o coração de alegria. Sentar ao sol, almoçar, curtir o dia naquele lugar, no Market ou Piazza, foi gostoso demais. Da janela do nosso hotel tínhamos a visão direta, num lado da London Eye, roda-gigante que é com certeza um dos principais pontos turísticos de Londres.

Do outro lado, o Big Ben, ambos há menos de 2 quadras do nosso Hotel, Plaza Park Westminster London Bridge, super bem localizado e com atendimento e instalações maravilhosas, muito embora circular por Londres seja muito fácil, face a vasta malha de metrô e ônibus que há lá, bem como, para quem busca mais conforto e privacidade, táxis e ubers, sendo que por algumas vezes utilizamos táxi, pois ir à Londres e não ter a experiência de andar num Austin preto, típico da frota de táxis de lá, é o mesmo que não ter estado lá. São típicos e pitoresco, fazendo parte da paisagem cultural diária daquela cidade. No nosso caso, só os conhecíamos nas réplicas miniaturas que o Diogo coleciona desde os 2 anos de idade.

Já a Clara, se deixássemos, passaríamos dia e noite nos museus, sendo que tanto no de História Natural, assim como no Victoria e Albert, tarefa árdua foi nos tirar de lá, pois saímos só quando fechou e literal e educadamente, nos convidaram à sair. Clara queria sugar toda cultura, arquitetura, fotografias, história e informações de cada coisa, lugar e galeria do museu.

Já eu, foi difícil Douglas conseguir me tirar da galeria de joias da Rainha, pois sequer sei o que brilhava mais, se meus olhos, ou a intensidade dos diamante e pedras preciosas de cada peça, cujo requinte, delicadeza e ao mesmo tempo imponência, impressionam se levarmos em conta à época em que foram customizadas. Indo para um lado um pouco consumista, parada necessária é a Oxford Street, que além de conter uma gama de lojas de modas e outros segmentos, com marcas famosas e outras com preços acessíveis, é um lugar lindo de se caminhar e apreciar. Em verdade, Londres é uma cidade que para se visitar deve-se permitir ficar ao menos uns 10 dias lá, pois têm tudo à ofertar, de dia, de noite e para todos os gostos.

Abadia e Palácio Westminster, Torre de Londres, Leicester Square, Sea Life Aquariun, assim como, Castelo de Windsor, residência da família real, um pouco mais longe, foram alguns dos lugares que fomos e indicamos também, pois cada um com sua magia reveladora.

Por isso, Londres é uma cidade para se visitar e estar, o máximo que você puder permanecer, pois lá, para aonde se olhe, a mera beleza do amanhecer, já é digna de gratidão!

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